Revista Novo Perfil Política

sábado, 4 de janeiro de 2014

A maioria desses busca apoios para concorrer à eleição, mas, com apenas uma vaga em disputa, as candidaturas não estão garantidas. No entanto, o número de senadores que disputarão as eleições deste ano deve ser bem maior. Entre os 54 que têm mandato até 2019, há 18 que pretendem disputar o governo de seus Estados, um cotado para concorrer a vice-presidente e dois pré-candidatos à Presidência da República.


O quadro local de alianças partidárias ainda é indefinido e, em muitos casos, as negociações não guardam coerência com as coligações nacionais. Com a perspectiva de campanha eleitoral encurtada pela realização da Copa do Mundo no Brasil, de 12 de junho a 13 de julho, a tribuna ganha relevância para a exposição dos candidatos, especialmente os de oposição, que têm menos espaço na mídia.


No Senado, o presidente do PSDB, Aécio Neves (MG), terá de dividir com Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) o posto de oponente da presidente Dilma Rousseff. "A nossa candidatura vai ser a única de mudança, porque as outras três, Dilma, Aécio e o governador Eduardo Campos (PSB), são do establishment", afirma Randolfe, cujo nome foi lançado pelo PSOL para concorrer a presidente. Ele busca aliança com o PSTU e quer representar a população que foi às ruas se manifestar em meados de 2013. No fim de janeiro, pretende apresentar um "programa contundente de mudanças do Brasil".


"Quero resgatar o ideário de reformas, retomar a pauta da reforma agrária e questionar por que o Brasil tem a maior taxa de juros do planeta e é o 95º país do planeta em taxa de alfabetização [de acordo com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD)]. Só quem vai ter legitimidade de apresentar essa pauta de reformas somos nós, porque a nossa candidatura não vai estar vinculada aos grandes banqueiros e ao agronegócio", diz Randolfe, líder do PSOL, do qual é único senador.


O líder do PSDB, Aloysio Nunes Ferreira (SP), com mandato até 2019, é cotado para compor chapa "pura" com Aécio. O objetivo de Nunes Ferreira concorrer a vice-presidente seria dar mais densidade eleitoral para a chapa tucana em São Paulo. "Eu não sou candidato a nada", desconversa o senador.


O líder do PT no Senado, Wellington Dias (PI), favorito nas intenções de voto para o governo do Piauí, que comandou por duas vezes (de 2003 a 2010), está começando a negociar apoios. O PT tenta manter aliança com o PSB do governador Wilson Martins, que, por sua vez, também conversa com PMDB e PSDB.


A situação do líder do PMDB, Eunício Oliveira (CE), é ainda menos clara. Pré-candidato a governador, ele tem bom desempenho nas pesquisas, mas luta pelo apoio do governador Cid Gomes (Pros) e do PT, mantendo aliança formada desde 2006. Se for preterido, não descarta a possibilidade de aliança com o PSDB do ex-governador Tasso Jereissati, que concorreria ao Senado.


"Meu desejo é a manutenção da aliança no Estado do Ceará. Se o governador Cid pudesse ser candidato, eu votaria nele. Como já foi reeleito e não pode mais disputar, é a vez de sentarmos todos numa mesa de negociação para, altivamente, discutir o futuro desse projeto no Estado", diz. "Estarei no palanque da presidente, mas não descarto a possibilidade de, em não sendo possível a manutenção da aliança, cada um ir para um lado, cuidar da sua vida, fazer as alianças que achar mais conveniente, do ponto de vista estadual, até porque não existe mais verticalização."


O presidente nacional do PSB e pré-candidato a presidente, Eduardo Campos, também tem aliados entrando em campo, como o líder, Rodrigo Rollemberg (DF). Rompeu com o governador Agnelo Queiroz (PT) para lançar sua candidatura. Na Bahia, a senadora Lídice da Mata (PSB) planeja disputar a sucessão de Jaques Wagner (PT), tendo como parceira a ministra Eliana Calmon, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que se filiou ao PSB e deve disputar o Senado.


O PMDB é o partido que mais tem senadores querendo disputar eleição para governador. Além de Eunício, são pré-candidatos o líder do governo na Casa, Eduardo Braga (AM), Ricardo Ferraço (ES), Roberto Requião (PR) e Clésio Andrade (MG). A situação é indefinida para todos. Braga, que governou o Amazonas duas vezes, diz estar disposto a concorrer, para ajudar a reeleição de Dilma. No Espírito Santo, o PMDB está dividido entre lançar candidato ou se aliar ao governador Renato Casagrande (PSB). Se a opção for pela candidatura própria, o ex-governador Paulo Hartung também é cotado.


O presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), não está entra os 18 pré-candidatos a governador, porque tem dito que o candidato é seu filho, o deputado federal Renan Filho (PMDB). Mas, no Estado, seu nome circula.

Em Minas, o PMDB está dividido. Parte quer apoiar Fernando Pimentel (PT), mas a maioria defende candidato próprio. Clésio, que termina o mandato em 2015, lançou seu nome. "Estou bem nas pesquisas e tenho um discurso bom: o Estado [governado pelo PSDB] está quebrado, com graves problemas de segurança, saúde eeducação. E o governo federal [do PT] tem feito muito pouco para Minas", diz. A estratégia é ser a terceira via e deixar PT e PSDB brigando. Não apoiaria candidato a presidente e os deputados seriam livres para optar.


A bancada do PT no Senado tem o segundo maior número de pré-candidatos a governador. Além do líder, Wellington Dias, pretendem concorrer Lindbergh Farias (RJ), Delcídio Amaral (MS) e Ângela Portela (RR). No Rio, a candidatura de Lindbergh levou à ruptura do PT com o governador Sérgio Cabral (PMDB), que cobra apoio ao vice-governador, Luiz Fernando Pezão (PMDB). Este é um dos entraves na relação entre PT e PMDB no plano nacional, assim como o caso do Ceará.


Delcídio, no Mato Grosso do Sul, pode concorrer ao governo em aliança, ainda que informal, com o PSDB. A relação do PT com o PMDB do governador André Puccinelli é complicada no Estado. O nome do PMDB mais cotado para disputar o governo é o de Nelson Trad. Puccinelli diz que não será candidato, mas dizem que pode concorrer ao Senado. Isso mudaria o quadro. Ao se desincompatibilizar, a vice-governadora Simone Tebet (PMDB) assumiria o governo e poderia disputar a reeleição. O leque de opções é amplo, mas Puccinelli, tradicional aliado do PSDB, agora diz que apoiará Dilma.


O PP do Senado tem dois pré-candidatos a governador: Ana Amélia (RS), assediada por partidos governistas e da oposição, que não quer falar de candidatura ainda, e Benedito de Lira (AL). Diferentemente da gaúcha, Lira diz que sua candidatura está "firme" e está negociando alianças. "Não fecho janela para ninguém", afirma.


O cenário eleitoral em Alagoas é animado, como sempre. Renan quer lançar o filho, mas o PT só garante apoio ao PMDB se o próprio senador for o candidato. Lira pode disputar aliado ao governador, Teotonio Vilela (PSDB), na vaga de senador. Mas o vice-governador, José Thomaz Nonô (DEM), se assumir com a desincompatibilização de Vilela, se fortalece como opção para o governo. Na oposição, Renan pode se unir ao senador Fernando Collor (PTB), em fim de mandato.


Dos senadores do PSDB, Paulo Bauer (SC) é único pré-candidato a governador. O PSDB tem afinidade com o PMDB em Santa Catarina, mas o senador Luiz Henrique (PMDB-SC) está próximo de Dilma e a chance de aliança com os tucanos é menor. Bauer pode disputar com chapa pura. Outro senador tucano cujo nome é citado no Estado como opção para o governo é Cássio Cunha Lima, na Paraíba, mas ele tem dificuldades legais, por causa da Lei da Ficha Limpa.


Os outros senadores considerados prováveis candidatos a governador são Armando Monteiro (PTB), em Pernambuco, Sérgio Petecão (PSD), no Acre, Eduardo Amorim (PSC), em Sergipe, e Pedro Taques (PDT), no Mato Grosso. Taques ainda não se apresenta como pré-candidato. Seu partido conversa com aliados, como PSB, PPS, PV, PSDB e DEM. O PTB está sendo atraído. "Mais do que definir nomes, estamos definindo o que queremos fazer. Nomes, existem outros, como o meu. Não sei se vou sair daqui", diz Taques.


Também há muita indefinição quanto ao destino eleitoral dos senadores que encerram os mandatos em fevereiro de 2015. Alguns têm dificuldade de apoio para disputar a reeleição, já que apenas uma vaga será aberta por Estado (as outras duas serão renovadas apenas em 2019) e é usada pelos candidatos a governador para reforçar as coligações.



Revista Novo Perfil

Fonte: Valor Econômico

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

A realização de enquetes e sondagens relativas às eleições de 2014 estão proibidas a partir de 1º de janeiro, conforme a resolução sobre o registro e a divulgação de pesquisas eleitorais para as próximas eleições gerais, aprovada nesta terça-feira (17).

Nas eleições municipais de 2012, as enquetes e sondagens podiam ser realizadas, independentemente de registro na Justiça eleitoral, mas a sua divulgação estava condicionada à informação de que se tratava de mero levantamento de opiniões, sem controle de amostra.

A partir de 1º de janeiro, as entidades e empresas que realizarem, para conhecimento público, pesquisa de opinião pública relativa às eleições 2014 ou seus candidatos devem registrá-la na Justiça Eleitoral, com antecedência de pelo menos cinco dias da sua divulgação.

Bom, com isso o TSE proibi o povo de expressar a sua opinião através da manifestação livre e independente e amarra a opinião do povo brasileiro a grandes empresas de consultoria manipuladas por quem dá mais.

Revista Novo Perfil Online
Fonte: TSE
Em nota, o Vereador Júnior André (PSD), informou através do seu Perfil no Facebook que já não pertence a base aliada do Prefeito João Ribeiro. Também informou que a decisão foi acompanhada pelo seu pai, Véi André, que é o vice-prefeito.

A falta de reconhecimento e respeito por parte do Prefeito a seus aliados e a centralização do poder, são fatores que os dois apontam como razão para o novo posicionamento. Júnior Escreveu ainda que os secretários não têm autonomia.

O vereador informou ainda que, com essa postura, iniciam um novo projeto político. Mas não entrou em detalhes.

Leia na íntegra

“NOTA

O vice-prefeito Véio André e o vereador Júnior André vem através desta, informar ao povo jacarauense que NÂO fazemos mais parte da base do prefeito.

Reconhecimento e respeito não são virtudes que o prefeito vem tendo com grande parte das lideranças que o deram apoio para sua vitória.

Alertamos que: a “centralização do poder”, a falta de autonomia de determinados servidores e secretários guiará este governo a um fracasso administrativo. NÃO CONCORDAMOS COM ESTA EQUIVOCADA FORMA DE GOVERNAR.

O secretário Roni, indicação nossa, nunca teve como desempenhar seu trabalho como desejava, pois a ele faltava autonomia, inclusive recebendo ordens e intervenções de terceiros.
Somos filhos de Jacaraú, queremos o desenvolvimento da nossa terra. Que cada um faça a sua parte.

Continuaremos fazendo o nosso trabalho com responsabilidade. Nossa posição política nunca mudou, nunca mudará. Defender a coletividade, fiscalizar, defender a Juventude, reivindicar pelo povo, são obrigações que temos honrado durante toda a nossa vida política. Continuaremos firmes e fortes desempenhando com seriedade o papel que nos cabe.

Obs.: Não somos os primeiros e nem seremos os últimos a sair deste grupo. Estamos a parti de agora iniciando um novo projeto político.

Jacaraú-PB, 02-01-2014

Vice-prefeito VÉIO ANDRÉ – PSD Vereador JÚNIOR ANDRÉ – PSD”

Revista Novo Perfil Online 
Fonte: Blog do Mago

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014


Em meio a tantas parcerias firmadas entre a Prefeitura Municipal de Duas Estradas-PB e o Governo do Estado da Paraíba, a maior conquista da nossa administração, foi a inclusão de Duas Estradas na relação de município beneficiados pelo Pacto Social 2013.

A PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA E DRENAGEM das ruas Nova, São Francisco de Assis, Comércio e Bom Jesus, é um grande sonho, que será consolidado neste ano de 2014. Os recursos já estão disponibilizados. A execução desta importante obra está sobre a responsabilidade do Departamento de Estradas e Rodagens (DER/PB).

Revista Novo Perfil Online
Fonte: Facebook da Prefeitura de Duas Estradas 
A ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, rebateu nesta segunda-feira (30), por meio do Twitter, críticas feitas pelo governador de Pernambuco, Eduardo Campos, às ações do governo contra desastres causados pelas chuvas no Espírito Santo. Pelo Facebook, Campos disse que "foi preciso que uma tragédia se abatesse" para que o governo publicasse medida provisória que agiliza repasse de recursos para estados e municípios atingidos, e que, segundo ele, estava pronta desde de 2012.

"Infelizmente, em Brasília ainda é regra esperar o pior acontecer para tomar alguma medida. Tempos atrás, o ex-Ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, do PSB, entregou à Ministra-Chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffman, uma MP facilitando o acesso dos recursos às regiões atingidas pela chuva", publicou Campos no Facebook neste domingo (29). No texto, o governador relacionou ações de Pernambuco para evitar danos causados por chuvas.

No início desta tarde, Gleisi se referiu às críticas como "oportunismo político". "Lamentável o oportunismo político do gov Eduardo Campos em usar momentos de desgraça para tentar se promover; Tudo que foi proposto pelo Min da Integração para agilizar socorro, reconstrução e prevenção a desastres naturais foi encaminhado", afirmou Gleisi no post.

Segundo Campos, possível candidato à Presidência em 2014 pelo PSB, Fernando Bezerra havia encaminhado a proposta à pasta em março do ano passado. "A MP foi publicada somente agora, depois de passar quase dois anos parada em Brasília. Foi preciso que uma tragédia se abatesse sobre o Espírito Santo para que finalmente o processo avançasse. Ou seja, o governo não encontrou uma solução rapidamente; a solução estava na mesa, esperando para ser lida há dois anos", escreveu Campos.

No Twitter da Casa Civil, a ministra rebateu: "A proposta da MP Fundo a Fundo foi encaminhada a Casa Civil no início do segundo semestre de 2013; Cabe ao governador [Eduardo Campos] esclarecer porque 17 mil casas para atender às vitimas da tragédia de 2010 em PE estão atrasadas".

A Medida Provisória 630/2013 foi publicada na última quinta no "Diário Oficial da União" e permite a liberação de apresentação de projeto para ação em estados e municípios atingidos por desastres naturais. A publicação ocorreu em meio à forte chuva que atinge o Espírito Santo, que já matou ao menos 24 pessoas.

A medida assinada pela presidente Dilma Rousseff tem validade imediata por 120 dias. Dentro desse período, terá que ser discutida em comissão mista e aprovada nos plenários da Câmara e do Senado para virar lei. Se não for votada no prazo, perde a validade.

Revista Novo Perfil Online
Fonte:G1

terça-feira, 31 de dezembro de 2013




A prefeita Adailma Fernandes da Serra da Raiz, em entrevista coletiva conduzida pelo Radialista Adelson Sousa da Radio Rural de Guarabira, fez um balanço completo das ações administrativas executadas pela administração no ano de 2013.

_Em um ano onde a receita dos municípios caíram drasticamente com a redução do repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), e na Serra da Raiz não foi diferente, nós conseguimos pagar todos os funcionários em dia, inclusive com 13º e uma folha extra que pagamos no inicio do ano. Lembrou Adailma Fernandes.

A prefeita ai agradeceu a cada colaborador que ajudaram a conduzir este 1º de administração do seu 3º mandato agradece aos vereadores que apoiaram os projetos que ela enviou para câmara e renovou o compromisso de cada dia de 2014 trabalhar ainda mais para o bom andamento da administração publica.

Por Henrique Filho


Estela Bezerra confirmou nesta segunda-feira (30) que deixa o cargo de secretária de Comunicação Institucional do Governo da Paraíba. Ela disputará o mandato de deputada estadual pelo PSB em 2014. Quem também está deixando o cargo é o secretario executivo Paulo André.

O jornalista Luís Tôrres já foi convidado pelo governador Ricardo Coutinho para ocupar a vaga de Estela, assim como o radialista Célio Alves que foi convidado para assumir a vaga de secretario executivo no lugar de Paulo André. Ambos aceitaram as propostas.

Apesar dessas informações, ainda não há data para a posse dos dois, mas, provavelmente, é possível que eles assumam nos primeiros dias de janeiro. Também não está definido se os atos de exoneração e nomeação serão publicados na edição desta terça-feira (31) do Diário Oficial.

Não ficou definido se o jornalista Paulo André será remanejado para outra função na gestão de Ricardo Coutinho.

O prazo legal de desincompatibilização seria em abril do próximo ano, mas Estela teria pedido ao governador a antecipação de sua saída. Ela provavelmente se dedicará à pré-campanha.


Revista Novo Perfil Online
Fonte: Portal Correio
Pré-candidato à Presidência da República em 2014, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), anunciou nesta segunda-feira que deixará o governo do Estado em 4 de abril, último dia do prazo para se desincompatibilizar do cargo antes de disputar as próximas eleições.

“Vamos ficar até o prazo estabelecido pela lei eleitoral. A lei exige um prazo de desincompatibilização para aqueles que serão candidatos às eleições. Vou ficar no governo até o prazo legal, que é dia 4 de abril”, afirmou Campos em entrevista nesta segunda-feira à Rádio Cultura Palmares, de Pernambuco.

O PSB, partido presidido por Campos, quer oficializar até fevereiro o nome do governador como pré-candidato da legenda para afastar os rumores de que a ex-senadora Marina Silva poderá ser a candidata. Marina, que se filiou ao PSB, deve ser a vice na chapa presidencial.

Revista Novo Perfil Online

Fotne: Portal Correio

sábado, 28 de dezembro de 2013

O grupo politico de Tarcísio e Ricardo Marcelo sofre mais uma baixa este ano, após o vereador Adriano Miguel deixar o grupo de Tarcísio Marcelo no mês de novembro e anunciar que ficaria independente, a vereadora Graça da Saúde, que até neste sábado(28) militava no bloco de oposição, anuncia apoio ao prefeito Edgard Gama. 

O bloco de sustentação do prefeito na Câmara Municipal era formado por 5 vereadores com o apoio da vereadora o grupo agora sobe para 6.

Para vereadora o motivo de tomar essa decisão é politico, insatisfeita e sem oportunidade de desenvolver o trabalho, o qual a credenciou para assumir uma cadeira na casa José Adalto Pessoa, no lado que foi eleita. “Não fico em cima do muro, tomo uma decisão certa e na hora correta, tenho oportunidade de continuar o trabalhando em prol do povo junto ao prefeito Edgard Gama, não posso abandonar meu povo”. Disse a vereadora Graça. 



Por Henrique Filho

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

O prefeito Edgard Gama, reuniu a imprensa nesta sexta (20) no auditório da Escola Anita para fazer uma prestação de contas das ações do poder executivo. 

A coletiva foi conduzida pelo radialista Madson Lima e Semeão, e transmitida pelas rádios Rural de Guarabira e Rua Nova FM. Todos os secretários falaram sobre as ações realizadas em suas pastas.

O prefeito Edgard Gama falou sobre as dificuldades enfretadas durante o ano de 2013, lembrando que, mesmo com todas as dificuldades a prefeitura de Belém terminará o ano sem dever ou atrasar aos servidores municipais e ressalvando ainda que pagando dentro do mês trabalhado.

Falou das perspectivas do futuro e que ano que vem Belém passará a viver uma nova história com grandes investimento em obras a exemplo da passarela que estará, se Deus quiser dando inicio, e com a reabertura do sopão. 


Por Henrique Filho

























sábado, 21 de dezembro de 2013

O prefeito do município de Lagoa de Dentro, Fabiano Pedro (PSD), concedeu na manhã desta sexta-feira, 20 de Dezembro, uma entrevista coletiva à imprensa do brejo paraibano, onde expos as principais ações da sua gestão, nesse primeiro ano de governo.

Para o chefe do executivo municipal, os débitos deixados por outras gestões foram o que mais engessou a sua administração. Lembrou contas a pagar a ENERGISA, o que ocasionou corte de energia elétrica em prédios públicos, e o nome da Prefeitura que estava na lista do CAUC. “As dificuldades foram muitas e só com a somatória de esforços e muita força de vontade é que conseguimos contornar algumas crises, como a retirada do nome da Prefeitura do CAUC.” Comentou Fabiano. Outro problema encontrado foi o número de precatórios que inviabilizou muitas ações que poderiam ter sido executadas com recursos próprios.

Durante o encontro com a imprensa, o gestor divulgou algumas ações na área de infraestrutura, como Construção de lombadas na cidade, início da construção da Escola Maria Bernadete Adelaide, reforma em escolas, creches e prédios públicos, recuperação do ginásio de esportes; na educação, como entrega de fardamento escolar a toda rede municipal de ensino, realização de jogos escolares, formação e capacitação para professores e outras ações; na agricultura, o corte de terras, com mais de 200 agricultores beneficiados, perfuração de poços e recuperação de estradas e açudes.

Para o Prefeito o grande desafio da sua gestão será angariar recursos para a urbanização da Lagoa, transformando o espaço em uma área de lazer e a construção de um estádio de futebol.

Para 2014, Fabiano disse está esperançoso de que a receita do seu município vai melhor e que consequentemente outras ações irão surgir, visando dias melhores para o lagoa-dentrense.

Revista Novo Perfil Online
Fonte: Blog do Mago