Revista Novo Perfil Política

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

O dia na cidade começou com clima de festa, com a alvorada às 04:00hs com a banda Joaquim Meneses, 08:hs Hasteamento das bandeiras nos prédios da Câmara e Prefeitura Municipal e às 09:00hs Missa em Ação de graças com o Mons. José André na Igreja Matriz.

Na praça o palco já se encontra quase todo montado, para acolher as bandas Encantu's e Forró do Bom que faram a alegria da noite dos serranos e visitantes que viram para praça publica parabenizar a Serra da Raiz pelos seus 55 anos de Emancipação Politica.



domingo, 19 de janeiro de 2014

O governador Ricardo Coutinho visitou na madrugada deste domingo (19) a tradicional Festa de São Sebastião do município de Borborema, no Brejo. Os festejos do padroeiro levaram à praça no centro de Borborema cinco mil pessoas, incluindo visitantes de vários municípios. A cidade recebeu o governador com muitos fogos de artifício.
No palco da festa, Ricardo foi recepcionado pela prefeita Paula Maranhão e pelo ex-prefeito José da Costa Maranhão. O governador circulou no meio da multidão, conversou com populares e agradeceu à prefeita e ao público a receptividade. Também em Borborema, a exemplo da Festa de São Sebastião, em Mari, policiais militares garantiram a tranquilidade das pessoas.
A prefeita Paula Maranhão fez questão de agradecer ao governador pelas parcerias com o município. O ex-prefeito José da Costa Maranhão também destacou a presença de Ricardo Coutinho na cidade, citou alguns benefícios como reforma de escolas e anunciou que o governador garantiu mais um ônibus escolar e uma ambulância para o município. Ele ressaltou as parcerias com o Governo do Estado e com o Governo Federal.
Ainda prestigiaram a festa o prefeito de Bananeiras, Douglas Lucena, o deputado estadual Tião Gomes, além da primeira-dama do Estado, Pâmela Bório, e Célio Alves e Sales Dantas, respectivos secretários executivos da Comunicação e da Pesca.
Revista Novo Perfil Online
Fonte:SECOM

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

O Prefeito Edgard Gama preocupado com o desenvolvimento do município promoveu encontro com a superintendência do Banco do Brasil na busca e tentativa para viabilizar a vinda desta instituição financeira para a cidade de Belém.

Mediante as discussões ficou acordado um encontro que acontecerá na próxima Quinta 23, em Belém, para que seja realizado um estudo de mercado, condições e viabilidades para a instalação do Banco do Brasil na cidade.

O prefeito Edgard, argumentou os motivos para a instalação da agência e os benefícios que a mesma trará para toda região, fazendo mostrar que Belém e dotado de um comércio forte e de indústrias que gerem seus recursos no município como também uma folha salarial totalmente efetivado dentro do mês trabalhado e paga em conta corrente dos funcionários.
Um outro ponto elencado pelo prefeito foi o seguinte, que por ser um banco público poderá trabalhar e operar fortemente suas linhas de crédito com a sociedade de tal forma que os belenenses sejam os maiores beneficiados.

"Belém não perde por esperar o muito que temos à realizar para o desenvolvimento e crescimento do nosso município". Frisou Edgard Gama


Revista Novo Perfil

Fonte SECOM

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

O governador Ricardo Coutinho entregou, na noite dessa terça-feira (14), no assentamento Senhor do Bonfim, zona rural de Alagoinha, a escola de ensino fundamental Prefeito Ricardo Beltrão. A obra foi construída em parceria com a prefeitura da cidade, por meio do Pacto pelo Desenvolvimento Social e vai beneficiar 100 famílias da comunidade.

Ricardo falou sobre a importância do Pacto Social para o desenvolvimento das cidades e regiões, ressaltando que a parceria Estado/município já possibilitou a construção de mais de 500 salas de aula. “Essa é a principal politica que nós precisamos implementar. Este governo já construiu nos municípios, através do Pacto pelo Desenvolvimento Social, 510 novas salas de aula. Eu estou feliz em estar aqui presente para ver esse momento. O meu pedido é para que a comunidade cuide da escola. É, sem dúvida, um grande patrimônio, que passa por gerações, que diminuiu a distância entre o futuro e uma perspectiva melhor de futuro. Só a escola, a educação pode fazer isso”, afirmou o governador.

A deputada estadual Léa Toscano também ressaltou a importância do Pacto Social. “Parabenizo o governador Ricardo Coutinho e a prefeita de Alagoinha por mais esta obra do Pacto Social. Essa cidade jamais esquecerá uma obra tão grandiosa e de tanta importância”, ressaltou a deputada.

De acordo com a diretora da escola, Iraniela Balbino, a unidade escolar era esperada pela comunidade há mais de 15 anos. “É um sonho da comunidade que se realiza graças a parceria do Governo do Estado com o município de Alagoinha. Hoje nossas crianças não precisam se deslocar para poder estudar”, comemorou a diretora.

A escola vai funcionar nos três turnos com educação infantil, fundamental e à noite com o programa Brasil Alfabetizado.

A prefeita de Alagoinha, Alcione Beltrão, lembrou que a escola era um sonho do ex-prefeito da cidade, que faleceu antes de ver a obra realizada. “Essa escola sempre foi prioridade do ex-prefeito Ricardo Beltrão, mas a prioridade de Deus foi chamá-lo. É com muita alegria que entregamos esse espaço que vai beneficiar as famílias dos assentados. Agradeço ao Governo do Estado por essa parceria que vai beneficiar tantas gerações”, disse a prefeita emocionada.
Participaram da solenidade, os prefeitos Zenóbio Toscano (Guarabira); Márcia Mouzinho (Sertãozinho); Edson Gomes (Duas Estradas); o secretário executivo da Comunicação Institucional do Estado, Célio Alves; o chefe da Casa Militar do governo, coronel Chaves; além de vereadores e secretários municipais da região.



Revista Novo Perfil online
Fonte: paraiba.pb.gov.br





terça-feira, 7 de janeiro de 2014

O prefeito Erivan Bezerra em pouco mais de um ano de administração vem transformando a cidade de Tacima de forma cultural e estrutural. Dando continuidade a realizações de grandes eventos, institucionalizado e resgatando festas quem incentivam o turismo na cidade, a exemplo: da festa de Reis na sede do município, São Sebastião em Cachoeirinha, São Pedro no Bola, festa Santa Luzia no Braga e o Dia do Evangélico..

Na Infraestrutura varias ações foram realizadas; calçamento de ruas, canalização de galerias, construção de praça, término da construção do terminal Rodoviária, construção do alambrado do estádio municipal, reforma do Matadouro, perfurações de poços artesianos, reforma de escolas, recuperação de barreiros e estrada, ações que contribuíram para melhoria de vida dos tacimenses.

“Tenho um compromisso com o meu povo, que hoje, são todos os habitantes do município de Tacima, pois, fui eleito prefeito com o voto da maioria, mas, tenho que governar para todos. E assim governarei até o fim de meu mandato, construído uma Tacima com bom futuro para todos”. Pontuou o prefeito Erivan Bezerra .

Por Henrique Filho

sábado, 4 de janeiro de 2014

O que mais se ver nos sites hoje é; Cássio será candidato? Cássio não será candidato? É um lengalenga tão grande que agora em 2014 a cada 10 noticias sobre política, pelo menos 1 está se referindo a este tema. Bem não sou Armando Abílio, muito menos mãe Dinah, e não tenho pretensão de ficar conhecido como adivinho. Porém, tenho uma tese, que muitos vão achar estranha, mas é uma forma de dizer que, existem mais possibilidades do que as que se apresentam hoje.

Cássio é Candidato a governador em 2014? 

Não. É minha opinião. Baseado no que já li. O Senador tem um impedimento jurídico até o dia da eleição deste ano, devido o processo de cassação sofrido na eleição de 2006. 

Com base na Lei Ficha Limpa, que começou a vigorar a partir de 2012, o Senador Cássio não poderá registrar a candidatura. E devido à minirreforma sancionada pela presidente Dilma Rousseff, em dezembro de 2013. Cássio não poderá registrar um nome à governador, para depois substituir esse nome pelo seu (Cássio). Porque reza na minirreforma; “o nome do candidato deverá ser substituído 20 dias antes do pleito eleitoral”. E como já foi dito ele (Cássio) nesse período estará impedido devido a Lei Ficha Limpa.

Cássio manterá a aliança com Ricardo Coutinho em 2014?

Sim. O plano politico de Cássio Cunha Lima é muito maior do que se apresenta hoje, ou melhor, do que se especula. Vislumbrem, Cássio tem um mandato de Senador que terminará em fevereiro de 2019, está vivendo um momento politico altamente cortejado por todos os lideres políticos de sua base, mas todos sabem que, não encontrarão abrigo, caso Cássio, venha apoiar outro grupo politico, ainda mais porque, outro grupo politico, tem os seus para agasalhar antes de acolher os de Cássio.

E o que ninguém ainda despertou, ou não quis divulgar, é que, Cássio que só poderá ser candidato a partir de 2015. E o único cargo que ele almeja é o de governador, mas para isso, tem que fortalecer seu grupo, e como sempre ele (Cássio) é mestre nisso. E está fazendo com maestria, tanto é que, hoje é considerado o fiel da balança. E com poder de indicar o vice- governador da Paraíba. E eis a questão, quem?

Dentro dos planos de fortalecimento para 2018, nada melhor que indicar o atual prefeito de Campina Grande, para ser o vice de Ricardo Coutinho agora em 2014, consolidando a campanha dos 3 R, Ricardo(governador), Romero(vice) e Rômulo(senador),!!!!!! É! Sei que nesse momento todos vocês tiveram um susto ou me chamaram de doido.


Mas vamos lá, Cássio pretende colocar o filho Pedro Cunha Lima para Deputado Federal, e o rapaz, já é considerado um dos favoritos para o cargo. Então agora em 2014, o Senador Cássio teria uma gama de aliados com um potencial surpreendente para fortalecer seus planos para 2016 e 2018. Vejam, Romero Rodrigues candidato, quem assumiria a prefeitura de Campina Grande? Ronaldo Cunha Lima Filho, irmão de Cássio. Consolidando a vontade do povo de Campina Grande, com a volta dos Cunha Lima e principalmente Ronaldo. 

Outro ponto. E ai, é preciso enxergar mais além, Ronaldo sendo reeleito para prefeito de Campina Grande, coisa que não será muito difícil, pois terá o apoio de Cássio como Senador, do Governador Ricardo Coutinho, do vice Romero Rodrigues, do sobrinho Dep. Federal Pedro, e do Senador Rômulo Gouveia, caso confirmado suas eleições em 2014. E estará disputando a eleição na cadeira de prefeito, com o poder da caneta. Bem não paramos por aqui, lembrem-se o foco é 2018. Vamos voltar os olhos para 2018, quando Cássio disputará a eleição de governador. 

Confirmando-se todas essas configurações, o Senador Cássio disputará a eleição para governador em 2018, com um dos grupos políticos mais consolidados de toda a história da Paraíba. Pois terá o irmão como prefeito de Campina Grande (Ronaldo Cunha Lima), o primo (Romero Rodrigues) como Governador, pois certamente Ricardo Coutinho disputará o Senado e terá que deixar o cargo em abril de 2018, o senador Rômulo Gouveia, o filho Pedro que também nessa história, encontrará um senário promissor para a reeleição em 2018. Ah e os aliados, todos estarão com Cássio, pois nesse projeto de consolidação politica, até hoje nenhum foi esquecido, pouco ou muito estão sendo beneficiados pelo atual governo, dentro desta aliança que só será quebrada caso eu esteja errado.

Ah, esqueci de mencionar uma coisa. Sabe naquele paragrafo que mencionei pela primeira vez que Romero seria o vice de Ricardo Coutinho, esqueci de dizer o porque ele aceitaria... Bem, Romero tem mais 3 anos como prefeito e caso seja reeleito teria mais 4 anos, mais como vice ele terá 10 meses como governador, período suficiente para sair com uma pensão vitalícia, ou seja, para o resto da vida, como governador da Paraíba, a exemplo de Roberto Paulino que assumiu, quando Maranhão disputou o senado. Mas, ele aceitará porque deve sua entrada na vida politica a seu primo e companheiro Cássio Cunha Lima e não saberia rejeitar um pedido de Cássio. 



Por Henrique Filho
A maioria desses busca apoios para concorrer à eleição, mas, com apenas uma vaga em disputa, as candidaturas não estão garantidas. No entanto, o número de senadores que disputarão as eleições deste ano deve ser bem maior. Entre os 54 que têm mandato até 2019, há 18 que pretendem disputar o governo de seus Estados, um cotado para concorrer a vice-presidente e dois pré-candidatos à Presidência da República.


O quadro local de alianças partidárias ainda é indefinido e, em muitos casos, as negociações não guardam coerência com as coligações nacionais. Com a perspectiva de campanha eleitoral encurtada pela realização da Copa do Mundo no Brasil, de 12 de junho a 13 de julho, a tribuna ganha relevância para a exposição dos candidatos, especialmente os de oposição, que têm menos espaço na mídia.


No Senado, o presidente do PSDB, Aécio Neves (MG), terá de dividir com Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) o posto de oponente da presidente Dilma Rousseff. "A nossa candidatura vai ser a única de mudança, porque as outras três, Dilma, Aécio e o governador Eduardo Campos (PSB), são do establishment", afirma Randolfe, cujo nome foi lançado pelo PSOL para concorrer a presidente. Ele busca aliança com o PSTU e quer representar a população que foi às ruas se manifestar em meados de 2013. No fim de janeiro, pretende apresentar um "programa contundente de mudanças do Brasil".


"Quero resgatar o ideário de reformas, retomar a pauta da reforma agrária e questionar por que o Brasil tem a maior taxa de juros do planeta e é o 95º país do planeta em taxa de alfabetização [de acordo com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD)]. Só quem vai ter legitimidade de apresentar essa pauta de reformas somos nós, porque a nossa candidatura não vai estar vinculada aos grandes banqueiros e ao agronegócio", diz Randolfe, líder do PSOL, do qual é único senador.


O líder do PSDB, Aloysio Nunes Ferreira (SP), com mandato até 2019, é cotado para compor chapa "pura" com Aécio. O objetivo de Nunes Ferreira concorrer a vice-presidente seria dar mais densidade eleitoral para a chapa tucana em São Paulo. "Eu não sou candidato a nada", desconversa o senador.


O líder do PT no Senado, Wellington Dias (PI), favorito nas intenções de voto para o governo do Piauí, que comandou por duas vezes (de 2003 a 2010), está começando a negociar apoios. O PT tenta manter aliança com o PSB do governador Wilson Martins, que, por sua vez, também conversa com PMDB e PSDB.


A situação do líder do PMDB, Eunício Oliveira (CE), é ainda menos clara. Pré-candidato a governador, ele tem bom desempenho nas pesquisas, mas luta pelo apoio do governador Cid Gomes (Pros) e do PT, mantendo aliança formada desde 2006. Se for preterido, não descarta a possibilidade de aliança com o PSDB do ex-governador Tasso Jereissati, que concorreria ao Senado.


"Meu desejo é a manutenção da aliança no Estado do Ceará. Se o governador Cid pudesse ser candidato, eu votaria nele. Como já foi reeleito e não pode mais disputar, é a vez de sentarmos todos numa mesa de negociação para, altivamente, discutir o futuro desse projeto no Estado", diz. "Estarei no palanque da presidente, mas não descarto a possibilidade de, em não sendo possível a manutenção da aliança, cada um ir para um lado, cuidar da sua vida, fazer as alianças que achar mais conveniente, do ponto de vista estadual, até porque não existe mais verticalização."


O presidente nacional do PSB e pré-candidato a presidente, Eduardo Campos, também tem aliados entrando em campo, como o líder, Rodrigo Rollemberg (DF). Rompeu com o governador Agnelo Queiroz (PT) para lançar sua candidatura. Na Bahia, a senadora Lídice da Mata (PSB) planeja disputar a sucessão de Jaques Wagner (PT), tendo como parceira a ministra Eliana Calmon, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que se filiou ao PSB e deve disputar o Senado.


O PMDB é o partido que mais tem senadores querendo disputar eleição para governador. Além de Eunício, são pré-candidatos o líder do governo na Casa, Eduardo Braga (AM), Ricardo Ferraço (ES), Roberto Requião (PR) e Clésio Andrade (MG). A situação é indefinida para todos. Braga, que governou o Amazonas duas vezes, diz estar disposto a concorrer, para ajudar a reeleição de Dilma. No Espírito Santo, o PMDB está dividido entre lançar candidato ou se aliar ao governador Renato Casagrande (PSB). Se a opção for pela candidatura própria, o ex-governador Paulo Hartung também é cotado.


O presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), não está entra os 18 pré-candidatos a governador, porque tem dito que o candidato é seu filho, o deputado federal Renan Filho (PMDB). Mas, no Estado, seu nome circula.

Em Minas, o PMDB está dividido. Parte quer apoiar Fernando Pimentel (PT), mas a maioria defende candidato próprio. Clésio, que termina o mandato em 2015, lançou seu nome. "Estou bem nas pesquisas e tenho um discurso bom: o Estado [governado pelo PSDB] está quebrado, com graves problemas de segurança, saúde eeducação. E o governo federal [do PT] tem feito muito pouco para Minas", diz. A estratégia é ser a terceira via e deixar PT e PSDB brigando. Não apoiaria candidato a presidente e os deputados seriam livres para optar.


A bancada do PT no Senado tem o segundo maior número de pré-candidatos a governador. Além do líder, Wellington Dias, pretendem concorrer Lindbergh Farias (RJ), Delcídio Amaral (MS) e Ângela Portela (RR). No Rio, a candidatura de Lindbergh levou à ruptura do PT com o governador Sérgio Cabral (PMDB), que cobra apoio ao vice-governador, Luiz Fernando Pezão (PMDB). Este é um dos entraves na relação entre PT e PMDB no plano nacional, assim como o caso do Ceará.


Delcídio, no Mato Grosso do Sul, pode concorrer ao governo em aliança, ainda que informal, com o PSDB. A relação do PT com o PMDB do governador André Puccinelli é complicada no Estado. O nome do PMDB mais cotado para disputar o governo é o de Nelson Trad. Puccinelli diz que não será candidato, mas dizem que pode concorrer ao Senado. Isso mudaria o quadro. Ao se desincompatibilizar, a vice-governadora Simone Tebet (PMDB) assumiria o governo e poderia disputar a reeleição. O leque de opções é amplo, mas Puccinelli, tradicional aliado do PSDB, agora diz que apoiará Dilma.


O PP do Senado tem dois pré-candidatos a governador: Ana Amélia (RS), assediada por partidos governistas e da oposição, que não quer falar de candidatura ainda, e Benedito de Lira (AL). Diferentemente da gaúcha, Lira diz que sua candidatura está "firme" e está negociando alianças. "Não fecho janela para ninguém", afirma.


O cenário eleitoral em Alagoas é animado, como sempre. Renan quer lançar o filho, mas o PT só garante apoio ao PMDB se o próprio senador for o candidato. Lira pode disputar aliado ao governador, Teotonio Vilela (PSDB), na vaga de senador. Mas o vice-governador, José Thomaz Nonô (DEM), se assumir com a desincompatibilização de Vilela, se fortalece como opção para o governo. Na oposição, Renan pode se unir ao senador Fernando Collor (PTB), em fim de mandato.


Dos senadores do PSDB, Paulo Bauer (SC) é único pré-candidato a governador. O PSDB tem afinidade com o PMDB em Santa Catarina, mas o senador Luiz Henrique (PMDB-SC) está próximo de Dilma e a chance de aliança com os tucanos é menor. Bauer pode disputar com chapa pura. Outro senador tucano cujo nome é citado no Estado como opção para o governo é Cássio Cunha Lima, na Paraíba, mas ele tem dificuldades legais, por causa da Lei da Ficha Limpa.


Os outros senadores considerados prováveis candidatos a governador são Armando Monteiro (PTB), em Pernambuco, Sérgio Petecão (PSD), no Acre, Eduardo Amorim (PSC), em Sergipe, e Pedro Taques (PDT), no Mato Grosso. Taques ainda não se apresenta como pré-candidato. Seu partido conversa com aliados, como PSB, PPS, PV, PSDB e DEM. O PTB está sendo atraído. "Mais do que definir nomes, estamos definindo o que queremos fazer. Nomes, existem outros, como o meu. Não sei se vou sair daqui", diz Taques.


Também há muita indefinição quanto ao destino eleitoral dos senadores que encerram os mandatos em fevereiro de 2015. Alguns têm dificuldade de apoio para disputar a reeleição, já que apenas uma vaga será aberta por Estado (as outras duas serão renovadas apenas em 2019) e é usada pelos candidatos a governador para reforçar as coligações.



Revista Novo Perfil

Fonte: Valor Econômico

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

A realização de enquetes e sondagens relativas às eleições de 2014 estão proibidas a partir de 1º de janeiro, conforme a resolução sobre o registro e a divulgação de pesquisas eleitorais para as próximas eleições gerais, aprovada nesta terça-feira (17).

Nas eleições municipais de 2012, as enquetes e sondagens podiam ser realizadas, independentemente de registro na Justiça eleitoral, mas a sua divulgação estava condicionada à informação de que se tratava de mero levantamento de opiniões, sem controle de amostra.

A partir de 1º de janeiro, as entidades e empresas que realizarem, para conhecimento público, pesquisa de opinião pública relativa às eleições 2014 ou seus candidatos devem registrá-la na Justiça Eleitoral, com antecedência de pelo menos cinco dias da sua divulgação.

Bom, com isso o TSE proibi o povo de expressar a sua opinião através da manifestação livre e independente e amarra a opinião do povo brasileiro a grandes empresas de consultoria manipuladas por quem dá mais.

Revista Novo Perfil Online
Fonte: TSE
Em nota, o Vereador Júnior André (PSD), informou através do seu Perfil no Facebook que já não pertence a base aliada do Prefeito João Ribeiro. Também informou que a decisão foi acompanhada pelo seu pai, Véi André, que é o vice-prefeito.

A falta de reconhecimento e respeito por parte do Prefeito a seus aliados e a centralização do poder, são fatores que os dois apontam como razão para o novo posicionamento. Júnior Escreveu ainda que os secretários não têm autonomia.

O vereador informou ainda que, com essa postura, iniciam um novo projeto político. Mas não entrou em detalhes.

Leia na íntegra

“NOTA

O vice-prefeito Véio André e o vereador Júnior André vem através desta, informar ao povo jacarauense que NÂO fazemos mais parte da base do prefeito.

Reconhecimento e respeito não são virtudes que o prefeito vem tendo com grande parte das lideranças que o deram apoio para sua vitória.

Alertamos que: a “centralização do poder”, a falta de autonomia de determinados servidores e secretários guiará este governo a um fracasso administrativo. NÃO CONCORDAMOS COM ESTA EQUIVOCADA FORMA DE GOVERNAR.

O secretário Roni, indicação nossa, nunca teve como desempenhar seu trabalho como desejava, pois a ele faltava autonomia, inclusive recebendo ordens e intervenções de terceiros.
Somos filhos de Jacaraú, queremos o desenvolvimento da nossa terra. Que cada um faça a sua parte.

Continuaremos fazendo o nosso trabalho com responsabilidade. Nossa posição política nunca mudou, nunca mudará. Defender a coletividade, fiscalizar, defender a Juventude, reivindicar pelo povo, são obrigações que temos honrado durante toda a nossa vida política. Continuaremos firmes e fortes desempenhando com seriedade o papel que nos cabe.

Obs.: Não somos os primeiros e nem seremos os últimos a sair deste grupo. Estamos a parti de agora iniciando um novo projeto político.

Jacaraú-PB, 02-01-2014

Vice-prefeito VÉIO ANDRÉ – PSD Vereador JÚNIOR ANDRÉ – PSD”

Revista Novo Perfil Online 
Fonte: Blog do Mago

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014


Em meio a tantas parcerias firmadas entre a Prefeitura Municipal de Duas Estradas-PB e o Governo do Estado da Paraíba, a maior conquista da nossa administração, foi a inclusão de Duas Estradas na relação de município beneficiados pelo Pacto Social 2013.

A PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA E DRENAGEM das ruas Nova, São Francisco de Assis, Comércio e Bom Jesus, é um grande sonho, que será consolidado neste ano de 2014. Os recursos já estão disponibilizados. A execução desta importante obra está sobre a responsabilidade do Departamento de Estradas e Rodagens (DER/PB).

Revista Novo Perfil Online
Fonte: Facebook da Prefeitura de Duas Estradas 
A ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, rebateu nesta segunda-feira (30), por meio do Twitter, críticas feitas pelo governador de Pernambuco, Eduardo Campos, às ações do governo contra desastres causados pelas chuvas no Espírito Santo. Pelo Facebook, Campos disse que "foi preciso que uma tragédia se abatesse" para que o governo publicasse medida provisória que agiliza repasse de recursos para estados e municípios atingidos, e que, segundo ele, estava pronta desde de 2012.

"Infelizmente, em Brasília ainda é regra esperar o pior acontecer para tomar alguma medida. Tempos atrás, o ex-Ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, do PSB, entregou à Ministra-Chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffman, uma MP facilitando o acesso dos recursos às regiões atingidas pela chuva", publicou Campos no Facebook neste domingo (29). No texto, o governador relacionou ações de Pernambuco para evitar danos causados por chuvas.

No início desta tarde, Gleisi se referiu às críticas como "oportunismo político". "Lamentável o oportunismo político do gov Eduardo Campos em usar momentos de desgraça para tentar se promover; Tudo que foi proposto pelo Min da Integração para agilizar socorro, reconstrução e prevenção a desastres naturais foi encaminhado", afirmou Gleisi no post.

Segundo Campos, possível candidato à Presidência em 2014 pelo PSB, Fernando Bezerra havia encaminhado a proposta à pasta em março do ano passado. "A MP foi publicada somente agora, depois de passar quase dois anos parada em Brasília. Foi preciso que uma tragédia se abatesse sobre o Espírito Santo para que finalmente o processo avançasse. Ou seja, o governo não encontrou uma solução rapidamente; a solução estava na mesa, esperando para ser lida há dois anos", escreveu Campos.

No Twitter da Casa Civil, a ministra rebateu: "A proposta da MP Fundo a Fundo foi encaminhada a Casa Civil no início do segundo semestre de 2013; Cabe ao governador [Eduardo Campos] esclarecer porque 17 mil casas para atender às vitimas da tragédia de 2010 em PE estão atrasadas".

A Medida Provisória 630/2013 foi publicada na última quinta no "Diário Oficial da União" e permite a liberação de apresentação de projeto para ação em estados e municípios atingidos por desastres naturais. A publicação ocorreu em meio à forte chuva que atinge o Espírito Santo, que já matou ao menos 24 pessoas.

A medida assinada pela presidente Dilma Rousseff tem validade imediata por 120 dias. Dentro desse período, terá que ser discutida em comissão mista e aprovada nos plenários da Câmara e do Senado para virar lei. Se não for votada no prazo, perde a validade.

Revista Novo Perfil Online
Fonte:G1